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Black Friday: Saiba como se proteger do golpe do boleto falso

ByMax Blanc

nov 26, 2020
Usuário realiza o pedido, e em seguida, recebe um boleto fraudado

Usuário realiza o pedido, e em seguida, recebe um boleto fraudado
Freepik

A Black Friday, uma das mais importantes datas comerciais do ano para o varejo, que ocorre nesta sexta-feira (27), é também é uma época oportuna para a aplicação de ataques cibernéticos, entre eles, o golpe do boleto falso. Para isso, os cibercriminosos criam um site de produto idêntico ao de um grande varejista, mas registrado em outro domínio.

“Sem perceber a diferença e acreditando que está realizando a compra em uma loja confiável, o usuário realiza o pedido, e, em seguida, recebe no e-mail um boleto fraudado”, afirma Ralf Germer, CEO da cofundador da PagBrasil, fintech de processamento de pagamentos para e-commerce.

Para não ser vítima deste tipo de golpe, Gerner orienta que o consumidor se certifique de que o nome do beneficiário e o CNPJ estão no nome da loja ou da processadora de pagamentos utilizada pelo e-commerce.

“O usuário pode ainda utilizar o DDA (Débito Direito Autorizado) do seu banco para confirmar se o documento recebido foi registrado e está realmente em seu nome”, completa Ariane Pelicioli, fundadora da fintech Boletão, app que oferece crédito para pagamento de boletos. O DDA é um sistema que autoriza que todos os boletos sejam recebidos pelo cliente de forma eletrônica por intermédio de um banco.

Tom Canabacarro, CEO e confundador da Konduto, antifraude para e-commerce e pagamentos digitais, recomenda que consumidores se atentem para o valor do boleto. Em todos os boletos bancários, os últimos números do código de barras se referem ao valor do documento – ou seja, se ele termina em 40235, significa que a quantia a ser paga é de R$ 402,35. “Dessa forma, se essas informações forem divergentes, o consumidor consegue identificar se ele é verdadeiro ou fraudulento.”

Outro aspecto que merece atenção, segundo Canabarro, é o código de barras. “Caso este campo esteja danificado ou com algum indício de violação, o cliente é ‘obrigado’ a digitar a sequência numérica, que pode ter sido alterada.”.

Canabarro ressalta, por fim, que é fundamental verificar se os dados bancários, como agência e conta, estão escritos de forma legítima – um documento que tenha essas informações apagadas ou substituídas por símbolos é um sinal de alerta.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Paulo Guilherme

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